Ter opção é uma opção…

Antigamente utilizávamos aquela folha quadriculada, onde cada quadrado correspondia a meio metro e recortávamos os móveis na proporção desses quadrados. Todo esse quebra-cabeça servia para estudar as diversas opções de layout de um ambiente. Desenhar várias opções em papel manteiga também é algo que faço muito, onde o lápis, a régua e o papel fazem parte de um exercício de matemática e geografia em 2D. Sem contar o lado psicológico e comportamental da coisa.

É na fase dos estudos preliminares que devemos esgotar todas as possibilidades de um projeto. Nesta fase de criação é que surgirão as idéias de mudanças radicais ou atitudes mais conservadoras. E é importante um tempo para amadurecer as idéias antes de começar o quebra-quebra, principalmente numa época onde é tão importante o não disperdício dos bens naturais e a não geração de lixo.

E o que tenho observado: A cozinha integrada à sala é um sonho de consumo, bem como o fogão em ilha, o fogão tipo cooktop, o side by side e a linha inox de eletrodomésticos. Salas amplas e de multi-uso são uma tendência. TV no quarto é uma polêmica. Churrasqueira na varanda é um privilégio de poucos, mas nem todos apreciam a idéia. Acabamento de banheiros e cozinha ainda é um tema controverso: todos detestam o granito cinza, mas por que será que as construtoras ainda o utilizam? Imaginem quantos tampos de granito e cubas ovais vão parar nas caçambas? Cores na parede foi, nos últimos anos, algo abolido. Hoje é um colírio de alegria aos olhos e à alma. E viva o toque pessoal, os bibelôs e os badulaques!!!

 

Pout Pourri de Opções de plantas

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